Há coisas que não vale a pena discutir. É evidente que nunca poderemos viajar no tempo, ou já teríamos voltado cá para contar (já estou a imaginar as perguntas dos jornalistas: "E o que vai almoçar hoje?", "E com quem?", "E a quem vai telefonar?", "E a sobremesa?".
Talvez agora possamos dedicar a nossa ciência a investigar coisas mais produtivas.
Eu gostava de viajar no amarelo.Alguém tem uns milhões para investir neste projecto? Chaves do euromihões por aí perdidas? Metam na caixa dos comentários ou mandem por email.
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08 setembro 2010
28 abril 2009
Poesia de viagem
Há tardes assim.
Em que o caminho não se cruza com o destino,
E temos de encostar na berma da estrada,
E pedir guarida no motel da vida;
Receber um quarto com piolhos e baratas,
Mas não faz mal.
Porque é só por esta noite.
Em que o caminho não se cruza com o destino,
E temos de encostar na berma da estrada,
E pedir guarida no motel da vida;
Receber um quarto com piolhos e baratas,
Mas não faz mal.
Porque é só por esta noite.
26 dezembro 2008
22 dezembro 2008
Nesta Natal, a minha prenda, eu quero que seja, a minha agenda (tralará, tralará...)
«- Estive a pensar no que te ia oferecer este Natal e simplesmente não sei...
- ...
- Por isso, a tua prenda este ano sou eu.
- hmm!?
- Sou a tua prenda de Natal. Levas-me contigo para debaixo da tua árvore?...»
Um Natal divertido para todos os leitores deste blogue (os outros já se divertem bastante!)!
:-)
04 novembro 2008
Acho que assim se explica muita coisa...
Um jovem de vinte e seis anos está a ser submetido a uma operação para mudar de sexo (...) A operação começou às oito e meia da manhã (...) e deve prolongar-se até ao meio da tarde de hoje. É a quarta do género nos últimos três anos em Portugal, no [Hospital de] Santa Maria; onde decorrem também quinze processos cirúrgicos para transformação de mulher para homem - processos bem mais complicados.
(hoje, João Fernandes Ramos, no Jornal da Tarde, RTP1)
26 setembro 2008
24 setembro 2008
19 setembro 2008
Épocas de vida
Um dia, por entre criancices, reparei na quantidade de cortes que tinha nas mãos. Nesse dia apercebi-me que tinha "memória". Que havia histórias e acontecimentos que se tinham passado. Que intercalados por dias de escola, trabalhos de casa e a perene dúvida do que seria o almoço... haviam marcas na pele e no peito que me diziam que vivia.
Demarquei ali, pela primeira vez, uma época: a primeira época de vida, a da meninice, acabava quando começava a minha história. Quando entre os dias que passavam sempre iguais, consegui mostrar os golpes nas mãos de alguns que custaram mais a passar... porque só as crianças não têm memória.
Hoje acho que me apercebi do fim da segunda época. Daqui a alguns anos terei de ver se tinha razão.
Demarquei ali, pela primeira vez, uma época: a primeira época de vida, a da meninice, acabava quando começava a minha história. Quando entre os dias que passavam sempre iguais, consegui mostrar os golpes nas mãos de alguns que custaram mais a passar... porque só as crianças não têm memória.
Hoje acho que me apercebi do fim da segunda época. Daqui a alguns anos terei de ver se tinha razão.
31 janeiro 2007
08 dezembro 2006
01 dezembro 2006
08 novembro 2006
11 julho 2006
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