08 dezembro 2006
02 dezembro 2006
Talent: TPBF
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E.g.
Today is my Birthday

Left Brain Right Brain

Skub

All above from
The Perry Bible Fellowship, Copyright 2001-2006 by Nicholas Gurewitch
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The Perry Bible Fellowship, Copyright 2001-2006 by Nicholas Gurewitch
01 dezembro 2006
08 novembro 2006
03 outubro 2006
Amor de Homem
Sou aqui agora um Deus
A saudade é minha alegria,
A dor é minha fiel escrava.
Sou senhor da mágoa,
Dono da infelicidade,
Raiz da escuridão,
Ser de infelicidade.
A morte me acompanha,
Mas a sorte me louva,
E a felicidade espreita.
Sou Humano.
Amo na imperfeição
A Mulher que me seduz,
Impregnada de defeitos
Impregnada de mim,
Que sorri, beija e morre
Que me adora, desdenha
E tão-somente ama.
Sou o maior dos Deuses.
Sou Homem.
Vivo na infelicidade
Da imperfeição e da morte.
Sonhando na efeméride,
A eternidade da sensação,
Da sensualidade, do sentimento.
Sou esperança.
Sou tudo o resto.
Sou felicidade potencial.
Sou razão e lógica.
Sou.
E só por isso,
Sou amado.
A saudade é minha alegria,
A dor é minha fiel escrava.
Sou senhor da mágoa,
Dono da infelicidade,
Raiz da escuridão,
Ser de infelicidade.
A morte me acompanha,
Mas a sorte me louva,
E a felicidade espreita.
Sou Humano.
Amo na imperfeição
A Mulher que me seduz,
Impregnada de defeitos
Impregnada de mim,
Que sorri, beija e morre
Que me adora, desdenha
E tão-somente ama.
Sou o maior dos Deuses.
Sou Homem.
Vivo na infelicidade
Da imperfeição e da morte.
Sonhando na efeméride,
A eternidade da sensação,
Da sensualidade, do sentimento.
Sou esperança.
Sou tudo o resto.
Sou felicidade potencial.
Sou razão e lógica.
Sou.
E só por isso,
Sou amado.
18 julho 2006
Perfeição
São três as horas,
São dois os corpos
Entregues ao prazer
Da música da anatomia
Da poesia da massagem
Hedonismo humanista
De tocar o corpo do outro
Querendo agarra-lhe a alma.
Derreter suspiros em gemidos
Esculpir torsos de mãos nuas
Morder e marcar os momentos
Na pele que transpira
E sua
E sabe a mel e a vinho tinto.
Há pernas que se cruzam
Braços que se perdem
Nádegas que se agitam
Seios que olham
Sexos que se guerreiam
Mãos que se dão
Lábios que se entreabrem
(mas nada dizem)
E orgasmos que se gritam.
Um após o outro.
E outro e outro.
São dois os corpos
Entregues ao prazer
Da música da anatomia
Da poesia da massagem
Hedonismo humanista
De tocar o corpo do outro
Querendo agarra-lhe a alma.
Derreter suspiros em gemidos
Esculpir torsos de mãos nuas
Morder e marcar os momentos
Na pele que transpira
E sua
E sabe a mel e a vinho tinto.
Há pernas que se cruzam
Braços que se perdem
Nádegas que se agitam
Seios que olham
Sexos que se guerreiam
Mãos que se dão
Lábios que se entreabrem
(mas nada dizem)
E orgasmos que se gritam.
Um após o outro.
E outro e outro.
17 julho 2006
A traição
Ela chora na ponta da mesa.
Prostrada, Mal tratada, Humilhada,
Mas, de facto… quem perdeu fui eu.
As suas lágrimas queimam-me o rosto
Descem derretendo-me a pele até ao peito
Atravessam-me, furam-me, estacam-me.
Os olhos raiados, as perguntas murmuradas.
E fico ali.
Parado.
Inquieto.
Petrificado.
Sob a visão do meu corpo que se revolta
Se levanta
Caminha até ela
E a abraça e a beija e lhe seca os olhos e diz que tudo vai correr bem.
Mas não.
Estou ainda ali.
E, de facto… quem perdeu fui eu.
Prostrada, Mal tratada, Humilhada,
Mas, de facto… quem perdeu fui eu.
As suas lágrimas queimam-me o rosto
Descem derretendo-me a pele até ao peito
Atravessam-me, furam-me, estacam-me.
Os olhos raiados, as perguntas murmuradas.
E fico ali.
Parado.
Inquieto.
Petrificado.
Sob a visão do meu corpo que se revolta
Se levanta
Caminha até ela
E a abraça e a beija e lhe seca os olhos e diz que tudo vai correr bem.
Mas não.
Estou ainda ali.
E, de facto… quem perdeu fui eu.
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