Expectantes na praia do entardecer.
Ao alcance de ondas feiticeiras,
que explodem na indiferença,
face ao horizonte alaranjado, esperançado.
São admiradoras e a seu tempo personagens
daquela matiné de beleza apaixonante,
da grandiosidade do instante.
Os dias haverão sempre de se acabar em noites.
Porque elas estarão lá, magnificamente,
para se assegurar
disso.
11 abril 2010
17 março 2010
Tributo
Estas vis palavras não são senão sarcófago da minha alma;
Qual dama de ferro que me aprisioturtura o ser e o sentir.
Fútil este fundo branco na sua tentativa de reter quem sou.
O meu poema sangra dor e rejubila alegria. E este papel não é feliz.
Tristes de vós que ledes apenas o tributo.
O tributo ao poema.
Vivei o fervor da agonia e da magnificência,
Senti o nojo, senti a utopia.
Porque só sentido,
Só sendo,
Podereis escutar o poema
Que me rima o espírito.
Qual dama de ferro que me aprisioturtura o ser e o sentir.
Fútil este fundo branco na sua tentativa de reter quem sou.
O meu poema sangra dor e rejubila alegria. E este papel não é feliz.
Tristes de vós que ledes apenas o tributo.
O tributo ao poema.
Vivei o fervor da agonia e da magnificência,
Senti o nojo, senti a utopia.
Porque só sentido,
Só sendo,
Podereis escutar o poema
Que me rima o espírito.
19 fevereiro 2010
SUSANA!!!!!!!!!!!!
Ehehe...
Uma "humilde" homenagem hoje. (a chamdas h3, mas sem hamburguer, nem acompanhamento).
Ora, antes de mais...
E que tal assim numa ilha?
É claro!... Tinha de haver um italiano metido ao barulho!
Roda atrás, dá a mão, bate o pé, ajusta o risco à direita e em frente:
E um holandês?! Hum, Susana...
Epá! Até o Ricky Martin quer vir a este evento!!!
E sobre o facto de ninguém estar ainda dentro de água, só posso dizer...
Esta é um pouco mais pesada para um aniversário, mas tá-se bem.
Bem, está quase na hora... mas nenhuma festa fica completa sem "penetras"...
:D
Parabéns Su!
Uma "humilde" homenagem hoje. (a chamdas h3, mas sem hamburguer, nem acompanhamento).
Ora, antes de mais...
E que tal assim numa ilha?
É claro!... Tinha de haver um italiano metido ao barulho!
Roda atrás, dá a mão, bate o pé, ajusta o risco à direita e em frente:
E um holandês?! Hum, Susana...
Epá! Até o Ricky Martin quer vir a este evento!!!
E sobre o facto de ninguém estar ainda dentro de água, só posso dizer...
Esta é um pouco mais pesada para um aniversário, mas tá-se bem.
Bem, está quase na hora... mas nenhuma festa fica completa sem "penetras"...
:D
Parabéns Su!
17 fevereiro 2010
18 janeiro 2010
Em conclusão, Deus não existe. E agora?
É verdade que a afirmação do título não está (ou pode ser) provada. Apenas me tenho dedicado a explicar porque é que não tendo Deus um trenó, uma fábrica cheia de ajudantes duentes, e principalmente, não estando presente no Colombo (o maior Centro Comercial cá da rua e arredores), tantas pessoas sentem uma verdadeira fé. Remetendo o senhor de vermelho para as ilusões infantis, e a dúvida do Senhor para esoterismos filosóficos - tantas vezes tabus raivosos. A bem da verdade, o dito Centro até tem uma capela...
Vista a fé como uma utilidade para a sobrevivência nada de prova se adianta ou se retrai. Aliás, como foi já repetido, cada um com sua fé, não se pretende aqui provar ou desprimorar. Mas podemos concluir. E se Deus não existe. Resolvem-se os problemas do Mundo? Ou caímos nos infernos abismais.
De facto, em nome Deus muita maldade se fez e continua a fazer. E em rigor, Deus trás felicidade a muita gente. Entre santa inquisição, bombistas suicidas, censura, falsa modéstia e vil ostentação romana... E santa solidariedade, amor ao próximo, missões, redenção, contemplação... Elencar e mensurar lado a lado, positivos e negativos seria aqui tedioso. No fim de contas, o resultado será tantas vezes, a opção entre a felicidade e a verdade. Porque Deus nos faz felizes.
04 janeiro 2010
Coisas simples
Molhar os pés nas ondas de Maio,
Dar a mão ao meu filho, que quer atravessar uma rua desenhada a giz no parque.
Um sorriso.
A torradeira a colorir o odor da manhã, com tons de manteiga,
Um livro, um sossego, uma pausa.
Um luar quente e enorme.
Uma flor que floresce,
Uma música que formiga nas minhas costas,
Uma mensagem com um obrigado merecido.
Um belo grafito, que espera o transporte na estação,
Um novo sabor de chocolate.
Murmurar “eu amo-te”.
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