11 abril 2010

Balada das gaivotas

Expectantes na praia do entardecer.
Ao alcance de ondas feiticeiras,
que explodem na indiferença,
face ao horizonte alaranjado, esperançado.

São admiradoras e a seu tempo personagens
daquela matiné de beleza apaixonante,
da grandiosidade do instante.

Os dias haverão sempre de se acabar em noites.
Porque elas estarão lá, magnificamente,
para se assegurar
disso.

13 comentários:

eva disse...

E hoje, até as gaivotas foram à praia... :) mas eu não fui...

nando disse...

;-)
um kiss à minha leitora mais atenta
;-)

armalu disse...

Como tudo o que li seu é lindo, continua, parabens.

Geraldo Brito (Dado) disse...

Lindo poema. Parabéns pelo blog!

almighty yellowphant disse...

Gostei muito do blog.

Praia praia é que ainda não. A primavera pregou-nos uma partida :P


Beijinhos *

Vanessa Barata disse...

"Os dias haverão sempre de se acabar em noites" ... :D

Moon disse...

Gaivotas sob a mirada da Lua. :)

Coyot disse...

mesmo estando sem palavras, posso dizer que encontra a cada virada de pagina a cada clique do mouse, masi uma revolução da poesia moderna....

nando disse...

armalu: mas que primeiro comentário tão simpático! ;-)

Geraldo Brito (Dado): Obrigado. E obrigado pelo blog também.

almighty yellowphant: a praia está lá todo o ano... :D

Vanessa Barata: so I hear...

Moon: belo verso ;-)

Coyot: uma revolução na poesia moderna? fiquei sem palavras...
Vivam os cravos e Abril!

Geraldo Brito (Dado) disse...

Lindos poemas.
Parabéns pelo blog!

nando disse...

Obrigado, Dado!
Agradecimento rimado!

Moon disse...

E sigo para o próximo... numa gaivota :)

nando disse...

ao luar?...
;-)