31 outubro 2008

As mão assentes no teclado não tremem.
Os olhos assentes no écran não tremem.
As lágrimas assentes na negação não tremem.
Repito, tredito.
Repenso, trepenso.
Agora, já, o relógio, as horas, um post, uma letra, uma tecla.
O coração bate lentamente…
O coração bate lentamente…
Como se tivesse uma arma à cabeça.
E não há nada que se posso fazer,
Excepto sentir-me impotente.
Respirar.
Está tudo bem.

6 comentários:

susana disse...

Não percebo onde queres chegar? Blogodependência? Á espera de alguém? Explica lá...

nando disse...

lol
Não sou adepto das interpretações autênticas nestas matérias!
Acho que pode ser isso tudo...
Mas... não se está mesmo a ver!?!?
lol
;-)

eva disse...

Sendo os poemas, uma forma de arte, é bem normal que a interpretação seja aquela que cada um quiser dar! Mesmo que se permaneça na indefinição, a maioria das vezes...

nando disse...

«uma forma de arte»...
nice :-)

susana disse...

Não, não está! Os poemas servem para isso mesmo, para nos baralhar!

nando disse...

Nahhh...
É como a ondulação na praia.
Molha-nos os pés, foge; refresca-nos, relembra-nos. É bom! :-) É frio! :-(
Nada de baralhações.
:)